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Conclusoes

29-05-2010 19:57

Conclusão 

No decorrer do trabalho e à medida que íamos pesquisando, fomos adquirindo conhecimentos que nos ajudaram a compreender o funcionamento de campos electromagnéticos (e eléctricos e magnéticos), e possíveis influências/riscos nos seres humanos . Com a pesquisa e as medições que efectuamos podemos chegar a algumas conclusões. Tais como:

 - Todos os aparelhos eléctricos produzem um campo eléctrico e magnético; sendo então que a sua influência em nós, tal como as dos aparelhos eléctricos é praticamente ou mesmo uma constante se contarmos com o Campo Magnético natural terrestre.

- Que esse assunto, por ser muito controverso, já foi alvo de muitos estudos (a maioria diferentes do que realizámos), e que os resultados desses estudos foram sempre, ou negativos, ou pelo menos insuficientes para serem considerados a favor da opinião de que os valores de campos eléctricos e magnéticos a que estamos diariamente expostos, ou mesmo os que são emitidos pelos poste de alta tensão, são de facto prejudiciais para a saúde. 

-  Que os valores que limitam a emissão desses campos, nunca são atingidos, “nem de longe”, são valores muito elevados;

- Que em contacto com aparelhos eléctricos, apesar de o campo desses descer com uma declive muito elevado, não sendo capazes de se fazer sentir a distâncias superiores a 70 cm (a maioria), estamos sob os efeitos de campos superiores aos emitidos pelos postes de alta tensão. Todos esses valores estão abaixo dos permitidos, e dito seguro, por lei.

- Que mesmo para pessoas com problemas de saúde que envolvam, por exemplo, pacemakers, os campos não são prejudiciais pois, para esses indivíduos o limite e de 1000 V/m e esses valores não são atingidos.

- Que o medo existente nas pessoas em relação aos postes de alta tensão é irracional, e que podem ser criticados a nível paisagísticos, mas que a nível de serem prejudiciais para a saúde não, pois de facto, para além de por norma, não poderem causar cancro (são não-ionizantes), não apresentam efeitos imediatos, que nós sentiríamos quando estivéssemos sob o seu efeito. Porém, em relação aos efeitos a longo prazo não podemos afirmar que não existam, apenas que desde que os limites sejam respeitados os efeitos a curto prazo são inexistentes.

O nosso grupo espera que o nosso trabalho tenha ajudado a compreender um pouco mais sobre esse controverso assunto, e deixamos já a liberdade de, no caso de terem alguma dúvida, nos contactem pelo nosso site