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Campos Eléctricos e Magnéticos

29-05-2010 16:40

 Campos Eléctricos e Magnéticos

 

 Antes de proceder a explicação do que e um campo magnético e eléctrico achamos melhor proceder primariamente a explicação do conceito campo de forças.

Foi utilizado pela 1ºvez pelo físico Michael Faraday, e surgiu pois o conceito permite a interpretação de um outro conceito que e o da interacção de duas forças à distância. Faraday descreve um campo de forças como sendo toda a região na qual uma força se faça sentir (seja ela magnética ou eléctrica) e qualquer ponto dessa região sofre acção dessa mesma força. Assim sendo campos magnéticos e eléctricos são linhas de força invisíveis que cobrem uma certa região e influenciam qualquer ponto que pertença á região. Existem em redor de toda a partícula carregada electricamente, fluxo eléctrico, íman natural, etc. O campo magnético pode ser produzido por um íman natural ou de um movimento ordenado de electrões, denominado de corrente eléctrica, mede-se em Tesla (T), que é a unidade do S.I. (sistema Internacional) ou em Gauss (10.000G=1T).
O campo eléctrico é gerado por uma carga electricamente carregada em repouso (sendo detectado quando se coloca, num ponto no espaço, a uma certa distância, uma outra carga, denominada de carga de prova, e esta ultima fica sobre a acção de uma força eléctrica, que pode ser repulsiva ou atractiva dependendo dos sinais), ou por um campo magnético variável. Mede-se por Volt por metro ( ), ou por Newton por Coulomb ( ) que é a unidade do Sistema Internacional.

 

 Antes de mais informação temos de ter ciente que os campos magnéticos podem ser estacionários ou variáveis, e que isso tem um enorme peso sobre o efeito que tem em nós, porque sendo variáveis, podem induzir correntes eléctricas no nosso organismo e prejudicar-nos gravemente.

Os campos em que efectuamos a medições foram em campos não-ionizantes e com frequências entre os 50Hz e os 60 Hz, pelo que e nesse campos que nos vamos concentrar. Esses campos sendo não ionizantes, indicam que os fotões correspondentes não são muito energéticos e não tem por norma produzir efeitos térmicos. (isso ao contrário das exposição a campos EM de alta frequência que no seres vivos podem causar danos irreparáveis, havendo a possibilidade de conduzir até a morte.

 

Em relação a nossa exposição a esse campos, ela varia, porque o campo magnético e facilmente controlado ou enfraquecido com o uso de diversos materiais. Porem enfraquecer os campos magnéticos não e igualmente fácil, pois estes têm a capacidade de ultrapassar os objectos em geral, até com uma certa facilidade. Apesar disso ambos os campos muito de intensidade muito com a distância.

 

 

 EFEITOS DA EXPOSIÇÃO A CAMPOS MAGENÉTICOS E ELECTRÍCOS DE BAIXAS FREQUÊNCIAS
ESTUDOS JÁ REALIZADOS
EM CELULARES E EM ANIMAIS:


Estes estudos pretendem entender o mecanismo do aparecimento a doença e os seus mecanismos biológicos, e liga-los aos campos magnéticos e eléctricos. Tendo cuidado para adequar os resultados obtidos ao complexo sistema biológicos do ser humanos, os testes celulares foram inconclusivos, pois para serem aceites na comunidade científica, tinham de, ao ser repetidos, ser consistentes e apresentar resultados no mínimo semelhantes e tal nunca se sucedeu. Em todos os testes realizados em animais, foram testados o possível aparecimento de doenças cancerígenas, dando sempre negativo para qualquer relação entre cancro e os campos magnéticos e eléctricos. Para além do aparecimento de cancro, foram também testados diferentes aspectos do funcionamento do sistema imunitário, reprodução, comportamento e até defeito no nascimento, mas tal como na relação com o aparecimento de cancro, todos os testes deram negativo, provando que para os padrões utilizados não existe nenhuma ligação entre a exposição a campos eléctricos e magnéticos e deficiências ou diferenças a nível biológico. 

ESTUDOS CLINICOS:



Neste estudos as “cobaias”, que e o ser humano, são sujeitos a campos superiores energeticamente (logo ), aos que seriam exposto normalmente. E recorrendo aos usos de precisos instrumento monitorizam a fisiologia humana. Depois são feitos testes ao ritmo cardíaco, a actividade cerebral e aos níveis hormonais desses humanos, comparando-os posteriormente a grupos que pessoas que não foram expostos a tais campos, observando então os resultados. Esses estudos chegaram a conclusão que os campos magnéticos e eléctricos despoletam de facto reacções biológicas, no entanto uma reacção biológica e uma alteração devida a uma resposta biológica, não sendo necessariamente um malefício para a saúde. Todos os efeitos biológicos cessaram quando deixaram de estar sobre o efeito dos campos.

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS:



Estes estudos consistem em analisar a distribuição de uma doença na população, onde nos estudos epidemiológicos sobre a exposição a campos eléctricos e magnéticos se compara que têm ou não uma doença, estiveram ou não expostos a campos eléctricos ou magnéticos, sendo então deste modos possível analisar se o risco de contrair a doença XPTO e diferente entre os dois grupos permitindo verificar se o aparecimento de tal doença XPTO e influenciada por, nesse caso, á exposição a campos eléctricos e magnéticos. Inicialmente os estudos focam-se na capacidade das linhas de alta tensão produzirem e campos eléctricos, e pela exposição de casas aos tais campos. No total dos estudos epidemiológicos realizados e combinando-os (tendo o cuidado de nos debruçar-mos sobre os campos magnéticos, pois são estes podem causar efeitos prejudiciais a saúde humana), conseguiu-se encontrar uma ligação entre a leucemia infantil e a exposição a campos magnéticos, no entanto sendo o numero de casos e que tal ligação se verificou tão ínfimo, que se torna praticamente impossível provar com toda a certeza que ela existe.